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QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME. NEM TREME!

por Ssssstress, em 27.09.12

Ministros que entram à socapa e que saiem por portas traseiras.

Ministros que se rodeiam de batalhões de seguranças.

Ministros que necessitam de se explicarem após bacoradas expelidas.

Estes Ministros são Ministros?, ou são somente arremedos de ministros?!

Porque é sabido (e conhecido), que o povo português não é dado a excessos violentos de agressividades físicas nos que respeita aos políticos, apesar das várias atrocidades a que foi sujeito (é da história), não se compreende que ultimamente os governantes se rodeiem de seguranças ameaçadoras para com populares e jornalistas (não me filmes a cara. Não me filmes a cara, ouviste?!), exercendo agressões contra a câmara de filmar, prenúncio de agressões aos operadores de câmara.

Sei –não sabendo mas deduzindo pela sua prática- que estes governantes não são parvos e por isso (também) sei que sentem terem culpas no cartório,  o que os leva a sentirem a necessidade de serem protegidos pelos seguranças, de uns tais “piegas”.

Se o povo português tivesse um comportamento semelhante ao povo grego, numa escalada de violência continuada contra políticos e não só, haveriam por cá blindados suficientes para protegerem todos os ministros (e outros), de cada vez que saíssem à rua, tremendo a cada espirro que ouvissem?

Porque assim foram ensinados (por temerem as críticas paternas, por inculcados num falso poder, ou por exemplos já de si inquinados ), as culpas são sempre dos outros  e nunca são deles mesmos apesar dos pesares.

A mediocridade, a incompetência e a irresponsabilidade não justificam tudo; há que acrescentar também a estupidez e a teimosia tacanha de quem não tem a capacidade de ver mais além.

Isto é o que gostaria de te dizer, "amigo" coelho! Porque quem não deve, não teme!

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publicado às 12:30

UM NOVO CONSELHO?

por Ssssstress, em 21.09.12

Conselho para a Coordenação da Coligação? Mas que raio é isto? Fiscais para darem tau-tau aos meninos que não se portem bem? Não há mais nada para promover lugares remuneratórios extra? Ou será que os elementos que para tal forem designados não usufruirão de remunerações tenham elas o nome que tiverem? Já não basta o que basta?

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publicado às 20:00

MANIFESTANDO-ME

por Ssssstress, em 16.09.12

Sendo mais ou menos tidas como certas as histórias que relatam a teimosias dos burros, não é menos correcto dizer-se que nem tudo o que parece é pois os burros por mais burros que sejam não persistem eternamente na mesma ideia havendo relatos de burros que mudaram de caminho e, assim, conseguiram chegar onde era desejado.

Não faço ideia do que acontece com outros animais: os coelhos, por exemplo.

Procurei, inclusivamente, nas fábulas de Esopo mas o mais aproximado que li foi sobre a lebre e a tartaruga o que em nada ajuda à minha questão.

Estou pois sem referências no que se refere à sabedoria/instinto dos outros animais, os coelhos por exemplo!

Será que quando lhes batem com a porta "se encolhem" instintivamente ou, ao contrário, desatam aos coices atingindo tudo em seu redor?

Já o mesmo receio não tenho dos papagaios: estes são conhecidos por repetirem até à exaustão tudo o que ao "dono" vão escutando, seja bom, mau, ou nem por isso!

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publicado às 18:00

UM PAÍS é isto?

por Ssssstress, em 11.09.12

Aprendi que um país é uma região geográfica considerando o território físico de um estado soberano.

E a definição no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, “diz” que:

PAÍS: substantivo do género masculino. E acrescenta:

  1. espaço demarcado por fronteiras geográficas e dotado de soberania própria.
  2. também designado por: estado/nação; terra em que se nasceu; pátria.
  3. vulgarmente referido por: a minha terra; a minha região.

Assim sendo porque é que eu tenho dúvidas?

Sei em que terra nasci, em que região isso aconteceu, e a que pátria pertenço.

Também sei qual a região geográfica onde tudo isso se situa.

Então qual a razão das minhas dúvidas?

Porque é que vou perdendo a noção de onde estou?

Porque é que cada vez mais acho que “não moro aqui”?

Porquê?

Deveria saber as respostas a todas estas minhas dúvidas? Devia!

Mas a verdade é que não sei e cada vez menos vou entendendo o que acontece à minha volta.

Ou então percebo mas não quero acreditar que a verdade seja assim tão estupidamente evidente que todos a vêem excepto o homem do leme!

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publicado às 12:56

AUSTERIDADES.

por Ssssstress, em 08.09.12

Lendo os jornais e ouvindo blocos informativos de rádios e de televisões sobre a situação económica-finaceira de Portugal, fico convencido: este país já não existe!

O que ainda existe são uns gajos que trabalham ganhando o que ganhavam à um século atraz, governados por gajos que lhes querem diminuir os vencimentos argumentando que isso vai ser bom para eles (para os gajos que trabalham). Mas não os políticos, os quais fazem o sacrificio de receberem cada vez mais, quer em vencimentos, quer em ajudas de custo e/ou de representação, quer relacionado com factores variáveis.

Senão, vejamos (somente) alguns items:

-Cada vez menos há condições sociais que permitam nascimentos e em consequência ter possibilidades de educar um filho (ou mais); mas estranha-se (sinceramente??) que a população esteja a envelhecer.

-Estabilidade de emprego é uma miragem; mantêm-se os contratos a prazo, os recibos verdes para empregos continuados na mesma empresa e nas mesmas funções, e facilitam-se os despedimentos até por inaptidão ainda que o trabalhador lá esteja à vários anos.

-Há professores a mais; quando se fecham escolas e/ou se aumentam o número de alunos por turma é natural que comecem a sobrar professores; menos (escolas) com menos (turmas) dá menos professores. É dos livros! (não é sr. Crato? o sr. até é de matemática...)

-É normal que se aceite a existência de professores contratados com 10, 20, 30 anos em funções, e que agora fiquem sem colocação? Se já eram excedentários porque foram mantidos anos a fio?

-Há médicos a mais e por isso as médias para entrar na faculdade são altas; e contratam-se médicos além fronteiras?

-As empresas publico-privadas continuam impunes, passando por entre a chuva de austeridade?

-E com as últimas declarações do sr. Coelho ficámos a saber que a diminuição do valor da contribuição dos empregadores para a segurança social, bem como o aumento do valor da taxa da segurança social descontada no vencimento dos empregados, é a solução de todos os males!

 

Não têm alguma piada as declarações de elementos do PS: "Passos Coelho deitou tudo a perder e que só resta ao PS votar contra o orçamento" afirmando que estas são medidas injustas? Mas só agora? Depois de 4 anos (+ dois) a lavrarem terreno à sua vontade e medida?

A angústia de quem está continuadamente sujeito a tudo isto é sentir-se impotente para modificar o que quer que seja; sim, porque não são as eleições que nos podem ajudar.

Antes fossem!

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publicado às 15:02


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