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CHIPRE DIZ: NÃO!

por Ssssstress, em 19.03.13

Subitamente estou de acordo com o PR quando ele diz que o bom senso emigrou. Não seria necessário ser um economista encartado e com muitos anos de experiência, para ver que esta medida decidida por unanimidade pelos líderes da finança europeia era um enorme disparate e que uma das primeiras consequências seria uma corrida aos bancos com resultados imprevisíveis. Seguramente que tumultos não seriam poucos. Vem-me à ideia uma frase tantas vezes dita quando percebemos que alguma coisa vai correr mal: estamos entregues aos bichos! Cada vez mais nos apercebemos que o "projecto europeu" é como um balão que se esvazia lentamente e que em vez de tentarem remendá-lo andam dirigentes de pacotilha a tapar os furos com furos maiores na esperança de que o ar volte a entrar, mantendo o balão no ar. Acredito numa Europa unida e no €uro e receio que o descalabro de uma e a extição de outro não serão benéficos, sobretudo para Portugal, muito embora mentes bastante mais esclarecidas do que a minha, defendam o contrário.

Quando chegar a nossa vez oxalá  também consigamos dizer: Não!

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publicado às 22:35

UM ELOGIO NÃO É UMA VERDADE!

por Ssssstress, em 17.03.13

E uma verdade é -verdadeiramente- um elogio?

Em política tudo é verdade e, simultâneamente, tudo não é!

Ouvir um político de direita -Paulo Portas- elogiar (ainda que postumamente) um Hugo Chavez não lembraria ao diabo.

Só mesmo condicionado pelos portugueses que labutam na Venezuela Boliviana. Não lhe fica mal, Sr. Portas, "defender" por caminhos enviesados os interesses e o bem estar desses emigrantes que procuraram lá fora o que cá dentro não lhes deram possibilidades de ser e ou de ter!

Nem pelos interesses comerciais existentes entre os dois países

Porque em política, todos os meios justificam os fins?

Não!!

Em política os fins não podem nem devem justificar todos os meios para "lá" chegar.

Dizer e defender uma verdade incómoda para o poder estabelecido, é uma trabalheira e uma enorme "dor de cabeça".

Dá muito trabalho (e poucos votos) defender quem menos tem. Defender quem mais precisa. Defender uma realidade que tenha sido sistematicamente desvirtuda, em favor de lobis, dos lobis que garantem os necessários votos para que numa eleição se obtenha uma percentagem de dois dígitos.

Defender quem mais precisa? Sim, sim! Em campanha tudo.

Depois... depois tudo dependerá da "conjuntura".

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publicado às 15:15

PORQUE NÃO OS CALAS?

por Ssssstress, em 16.03.13

Pode parecer de somenos importância o facto do 1º ministro ter "repreendido" a presidente da assembleia da república por esta não ter repreendido um deputado da oposição quando este interpelou o dito 1º ministro, (independentemente como o fez o deputado em questão).

E no entanto é importante; é uma mostra de como o 1º ministro entende a democracia que o elegeu. Quase dizia: em que vive; mas não, pois este 1º ministro não vive no Portugal que o elegeu. Este 1º ministro preocupa-se com o seu próprio umbigo, convencido que está (e sempre esteve), de ser uma espécie de D. Sebastião a quem todos devem estar agradecidos pelo bom trabalho que executa. Coitado! Não vê (não quer ver), que percorre um caminho em plano inclinado, cada vez mais inclinado, em direcção a um fim cujo retorno não se prevê como será, mas bom não será certamente para os que por cá habitam. Para ele, 1º ministro, tanto faz!

Pergunto-me: se o presidente da assembleia fosse um político à séria (de outro partido ou não), como teria acabado o incidente? Porque, sem estar a por em causa a deputada Assunção Esteves, como actuou, o que disse e como disse foi uma manifesta falta de calo para este tipo de atitudes.

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publicado às 15:45

MANIFESTAÇÕES do MELHOR POVO DO MUNDO

por Ssssstress, em 03.03.13

Isto t’á tudo organizado, dizem os membros do governo!

As manifestações de rua, os protestos colectivos, os insultos gritados na via pública, as palavras de ordem repetidas sistemática e sincopadamente, as “grandolices”…, tudo isto é desvalorizado porque (dizem), é tudo organizado.

E então? Alguém que não concorde com o que protesta, se deixa organizar?

Se não houvessem razões para os protestos, eles não aconteceriam por mais “organizados” que fossem. E não é desvalorizando todas estas manifestações que deixam de existir as razões para o descontentamento dos que sentem cada vez mais as dificuldades, apesar de estarem razoavelmente dentro das previsões do governo.

Ou seja, previram o aumento do desemprego e a falência de múltiplas empresas, e no entanto mantiveram o esquema “sabendo” antecipadamente o que ia acontecer em vez de procurarem outro caminho?

É lícito concluir que os que nos governam são razoavelmente estúpidos, razoavelmente medíocres, razoavelmente incompetentes, razoavelmente irresponsáveis?

Acho que não. Acho que são tudo isto na totalidade e sem quaisquer razoabilidades!

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publicado às 14:30


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