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BLOG DO STRESS

Entre sem pressas e se comentar faça-o com calma! Para stressado basto eu!

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Entre sem pressas e se comentar faça-o com calma! Para stressado basto eu!

O ORÁCULO FALHADO

Ssssstress, 09.10.22

Ao Sr. Secretário da presidência do concelho dos ministros do Governo Sombra, Dr. Carlos Vaz Marques, solicito o obséquio de transmitir aos senhores ministros a moção seguinte:

O ORÁCULO (pessoa ou entidade cujas palavras são muito respeitadas).

O JMT é o exemplo por excelência dum oráculo falhado o que se lamenta tendo em conta que até já foi escolhido pelo inefável P. Marcelo para palestrar nas comemorações oficiais do dia de Portugal, 10 de Junho, em Portalegre sua terra natal; eventualmente por isso ou, talvez somente por isso?

Voltando ao “oraculismo”:

 

1-Em devido tempo revelou-se defensor da eleição de Donald Trump (não confundir com: defensor de Trump, o que só viria a acontecer meses de pois), com o argumento (sempre duvidoso de quem não sabe se é bom ou se é mau, mas tem desejo que não seja mau de mais) de lhe dar o benefício da dúvida. Mas confirmou-se sem dúvida nenhuma: foi mau de mais e há quem admita que o pior dessa eleição ainda está para acontecer.

 

2-Eleito que foi o primeiro deputado do “chega”, defendeu que não se deveria dar importância ao facto porque não tinha qq relevância e que nas eleições seguintes desapareceria; não desapareceu e aumentou para + 11 deputados contrariando a “oracularice” então preconizada; e não é que o “esclarecido oráculo JMT” repetiu a mesma previsão após as penúltimas eleições?, -que nas próximas é que o “chega” não terá quaisquer expressões parlamentares e/ou políticas. Já vai em + de 60 pá.!

 

3-Quando da invasão da Ucrânia considerou que as sanções à Rússia seriam conta-pruducentes porque isso reflectir-se-ia na qualidade das bombas e do armamento russo que, sendo obsoletos e de eficiência duvidosa, poderiam (involuntariamente) atingir alvos civis. Também aqui o “estimado oráculo” acertou ao lado; com as bombas que têm, o russos atingem deliberadamente alvos civis, indiscriminadamente, quer sejam hospitais, escolas, cresches, blocos de apartamentos ou residências de agricultores.

JMT, fica provado que como oráculo V. Exª não tem futuro, a menos que decida “oraculizar” inversamente. Ou então, o que é melhor, dedique-se a outro metier que não seja o dar palpites que acabam sistematicamente em tiros falhados. A pesca, por exemplo; V. Exª não gosta de pescar? É que os peixes acreditam em tudo e são de memória curta.

 

Respeitosos e cordiais cumprimentos a todo esse conselho de ministros “sombreados”, bem como ao seu digníssimo secretário.

MINISTROS e JORNALISTAS

Ssssstress, 06.05.20

Li por aí das vitórias/derrotas do MT/RGC (a ordem é aleatória), o que me levou a rever a entrevista para tentar perceber (e digo propositadamente tentar porque um gajo (eu) pode pensar que está certo e, afinal, não está), quem é que de facto ganhou mas sem a curiosidade de querer saber o que é que ganhou. Afinal o que vi (e confirmei) foi um diálogo de perguntas e respostas entre duas pessoas inteligentes, que se propuseram a dissecar diversas situações da actualidade nacional.

Se quem questionou, questionou bem e/ou se quem respondeu, respondeu bem, não me parece ser o mais importante pois quem viu/ouviu ajuizou como entendeu e fê-lo segundo a sua simpatia, evidentemente. Todavia houve algo que me chamou a atenção: comentários em defesa da MT atacando RGC e vice-versa, conforme (repito) as simpatias. Do que discordo é "a linha" dos que entendem que MT por ser mulher não tem que ser nem estar sujeita às perguntas que são pretinentes (nem à forma como são feitas) sobre quaisquer assuntos respeitantes ao seu cargo, de resto as mesmas que seriam colocadas de igual forma se o Ministro em questão fosse um homem. Há de facto diferença entre quem se propõe entrevistar alguém: os que fazem perguntas "amigas" (às vezes até dizem antecipadamente ao entrevistado: desculpe mas tenho que lhe fazer esta pergunta), e os que perguntam o que na verdade entendem ser importante saber a resposta (algumas vezes "arrancada a ferros"). São as "tais" simpatias...

Não importa o género dum ministro; o que importa mesmo é se o ministro é de facto Ministro.

E, consequentemente, se um jornalista é mesmo um Jornalista!

RESPEITO ou NÃO ME CHATEIEM?

Ssssstress, 28.11.19

Correndo o rico de ser apelidado de racista (que nunca fui e tenho testemunhas) e demais adjectivos com que possa ser catalogado (como quase todos, ou mesmo todos,  aqueles que se atrevem a criticá-la publicamente), tenho o direito, a vontade (e também o dever por razão do meu voto) de criticar o comportamento da deputada do LIVRE, independentemente dela ter sido eleita sozinha (não tenho ideia de ela se ter afirmado como independente, porém...) ou com ajuda e trabalho do partido. Será por desconhecer as regras democráticas que se acha acima dos que a rodeiam e por isso para ela os jornalistas são gentalha que não merece atenção de uma  Senhora Deputada?, ou terá medo de não ter argumentos para responder e com isso a sua imagem seja beliscada?, (que se perceba que a montanha pariu um rato?). Talvez ainda não tenha percebido que um deputado não é um ser celestial nem faz parte do Olimpo e que o seu assessor não é exactamente filho de Zeus (ou de Júpiter, sei lá...). Alguém tem que lhe dizer (se calhar todos os dias e, eventualmente, várias vezes ao dia) que ela é deputada em representação de quem a elegeu e que não é uma espécie de estrela da companhia. Assim se percebe que ela "exija" respeito por parte dos jornalistas para os quais ela não mostra qualquer respeito; daí que esse pedido de respeito se pareça mais com um :"não me chateiem"!!!. Estas suas atitudes podem ter beneficiários directos (e a custo zero): a direita e, sobretudo, a extrema direita.

Fica dito o que penso do assunto, apesar de saber que esta minha opinião é completa e absolutamente irrelevante.

OS MUROS DE TRUMP

Ssssstress, 09.11.19

De tanto falar e apregoar e glorificar os muros (até para o Colorado), porque não constroiem um "beautifull wall" como ele gosta de dizer,  à volta dele? Seria eventualmente uma maneira de não ouvirmos tantos dislates, disparates e demais parvoíces, para efectivamente contribuir para uma América melhor.

Tribunais: de NUREMBERGA a HAIA

Ssssstress, 23.08.19

Uns e outros, aqueles tribunais são conhecidos por julgarem e condenarem pessoas que praticaram atentados contra a humanidade, quer pessoalmente, quer incentivando, quer permitindo, homícidios/genocídios, sobretudo em tempos de guerra mas também para além deles. Hoje já não é possível sentar no banco dos réus Hitler & companhia, nem Staline, nem outros (e são tantos...) que a história vai esquecendo na nebulosa do tempo passado. Hoje eles são  os que batem no peito venerandos de um Deus que mais lhes convenha, pouco (nada mesmo) se importando pelo que acontece ao povo que os suporta, mesmo aos que, ingénuos, os elegeram. Bolsonaro é, para mim, o melhor e mais actual exemplo de quem deveria ser condenado por permitir (e camuflar) o maior atentado à vida da terra: a devastação da floresta amazónica, nem ter em consideração (sobretudo) as reservas índias. Quer ele, quer Trump, são os maiores e os mais destacados exemplos de como a imbecilidade é perniciosa. Sim, porque (mesmo considerando unicamente o que eles têm constantemente afirmado) ambos são uns verdadeiros imbecis!

PESARES & CONDOLÊNCIAS

Ssssstress, 08.08.19

O nosso presidente, Marcelo Rebelo de  Sousa (o Marcelo dos beijos e dos abraços) contactou a presidência americana para manifestar pesar pelos últimos tiroteios lá acontecidos e que infligiram ferimentos (mortais e não só) em muitas pessoas que tiveram o azar de estarem "ali" naquele momento. Ocorre-me se o nosso Presidente Marcelo não deveria ter-se sentido obrigado a contactar a presidência americana criticando-a, sempre e quando o seu presidente (em minúsculas propositadamente) faz aquelas declarações que incintam à violência contra os que com ele não concordam, contra os emigrantes (sendo que ele mesmo é filho de emigrantes), contra a imprensa, etc.? Sei que a política tem razões que as razões conhecem; mas justifica-se que ao autor, ainda que somente moral, de um massacre lhe sejam apresentadas condolências por esse mesma massacre? Mal comparado seria como dar os pêsames ao Al Capone pelo assassinato de um dos seus "ajudantes", de quem ele próprio dissera: esse gajo não merece viver.

Nada disto faz sentido!

A LEI e a LETRA DA LEI

Ssssstress, 02.08.19

Houve tempo em que a frase: a minha alma parva era dita para sublinhar o quão estúpida era uma afirmação, um acontecimento, uma ideia...

Aquela frase já caiu em desuso; todavia quando osso ouço um ministro afirmar publicamente que uma lei não tem quer ser seguida à letra, o que é que eu penso? Precisamente: a minha alma parva.

Perdeu-se a vergonha. E o descaramento é tanto que o jornalistas (??) não têm capacidade/vontade/saber o mínimo para questionar o ministro após uma afirmação destas.

AS GOLAS

Ssssstress, 26.07.19

Não sei (e atrevo-me a acrescentar: será que não sabe ninguém...) porque carga d'água foram gastos cento e tal mil €uros em golas cuja função se limita a ser uma substituição de lenços molhados em redor do rosto. E com vantagem para os lenços que, ao contrários das tais golas, mais dificilmente "se apegam ao fogo". E também não percebo porque é que o Ministro ministro Cabrita ficou tão enxofrado quando foi questionado sobre as ditas golas. Que ele é um ministro mediocre já tinha pecebido mas podia (como gente) não se mostrar tão bronco. E o mais caricato (se possível) é alguns entendidos no assunto (??) defenderem nos jornais televisivos o uso das tais golas como uma coisa optima e que até é acompanhada de um kit informativo e explicativo e com diversos aplicativos. Neste kit está destacada a informação: não colocar a gola em caso de incêndio?

E AS MEMÓRIAS?

Ssssstress, 20.06.19

Os novos europeus são isso mesmo: novos! Mas não é por serem novos que ignoram os muitos acontecimentos trágicos que aconteceram nos exactos lugares onde agora vivem. Ignoram-nos porque não têm memória deles (muitos porque ainda não eram nascidos) mas sobretudo porque não estudaram, não se educaram, e até por despresarem conhecer o passado, o seu próprio passado; e sem passado não há nem presente, nem há futuro.

A Europa, durante as duas grandes guerras mundiais, foi um continente de refugiados; de gente que fugia da guerra, que fugia das perseguições étnicas, sociais ou outras; de gente que só lhes restava fugir para não serem mortos (e que muitos deles não conseguiram evitar).

Hoje é na mesma Europa que governos impedem a entrada de refugiados, e se atrevem a condenar quem queira ajudar esses mesmos refugiados.

Tempos houve que governos europeus exploraram intensamente riquezas de países de onde hoje são muitos dos refugiados e aos quais lhes é vedada a entrada. Exploraram sem contrapartidas e com trabalhos de escravos (não refiro propriamente aos portugueses). Porém em pleno século 21 nada disto é relevante.

É uma questão de memória? Sim, é! Mas é muito mais do que isso. É negar o passado! É fazer de conta que ele não existiu. É acreditar que o mundo só começou hoje ou, com alguma complacência, que começou ontem à tarde.

O FOGO e a MISSA

Ssssstress, 18.06.19

Recordo que em 2017, quando dos terríveis incêndios (*) o Sr. António Costa estava de férias lá pelas ilhas de Maiorca e por lá se manteve apesar dos pesares, justificando posteriormente o facto  de não ter interrompido as férias porque:

-"O primeiro-ministro está sempre contactável e disponível em caso de necessidade".

E terá (eventualmente) pensado: além disso não sou bombeiro! (daí não ter visto necessidade de interromper as férias).

Constacto que em 2019, mais precisamente em 17 de Junho o Sr. António Costa (regressado de Malta, também ela uma ilha) interrompeu uma reunião com os autarcas de Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penela e Sertã para participar numa missa pelas almas dos que morreram naquele incêndio.

Sabendo que o Sr. em questão não é padre ocorre-me perguntar: acaso é sacristão? Ou será ele um menino de coro?

Uma nota de rodapé: as almas mortas poderão ficar agradecidas pelas orações porém orações e missas de nada servem aos que, ainda vivos, continuam esperando a ajuda prometida.